"É um marco para nos mulheres. Pedimos o nosso direito se igualdade, mais respeito, principalmente ao povo quilombola, que eu represento. A mulher negra também quer ousei
espaço na sociedade. A nossa batalha é grande, difícil, mas não impossível de vencer. A gente quer igualdade social", afirmou Fátima.
Única representante da tribo xeta na marcha e na Cúpula, Belarmina Paraná contou que luta contra o machismo entre seu povo. Segundo ela, a tribo do Sul do Paraná, com apenas 150 famílias no país é considerada extinta.
"É muito difícil acabar com o machismo entre o meu povo. Os homens não aceitam conversar com as mulheres, não aceitam a nossa opinião", disse.
"É muito difícil acabar com o machismo entre o meu povo. Os homens não aceitam conversar com as mulheres, não aceitam a nossa opinião", disse.
A Cúpula dos Povos é um evento paralelo à Rio+20, onde organizações da sociedade civil discutem temas relacionados à Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável. A organização espera reunir 18 mil pessoas.

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